37ª JogaSampa

>> 26 de outubro de 2009

Esse post será mais um foto-relato da última JogaSampa, já que ultimamente eu estou numa correria brava.

Joguei o Leader 1, um jogo de ciclismo muito legal, fator sorte médio, partida bem rápida, em 6 jogadores durou 30 minutos. O Estevão venceu. Valeu João por levar o jogo pra eu conhecer.



Joguei também o Finca e o Pega o Pinguim, ambos vencidos pelo Mauricio.





Conheci o Comuni, que o Marcelo levou, joguei duas partidas desse. A primeira foi bastante confusa pois ninguém sabia jogar, jogamos em cinco e eu fiquei em último. A segunda partida contou com a ilustre presença do Sergio Halaban, autor junto com o Zatz, de jogos como o Jogo da Fronteira, Riquezas do Sultão, Pega o Pinguim, entre outros. Nessa segunda partida de Comuni eu joguei bem melhor do que na primeira e venci.




A foto do Leader 1 foi retirada do BGG

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Euroliga

>> 15 de outubro de 2009

Joguei Stone Age com o Zepo, Marcos e Daniel e foi uma das minhas piores partidas desse jogo, em partes porque eu me preocupei mais em marcar os outros enquanto os demais faziam cada um o seu jogo. O Daniel venceu, o Marcos ficou em segundo o Marcelo em terceiro e eu em último.


Joguei também o excelente The Princes of Florence. Lembro que da primeira vez que eu joguei esse, eu tinha gostado muito, agora com minha segunda partida passei a gostar mais ainda. Nota 9,5. Partida bastante disputada, eu fiquei pra trás na pontuação grande parte do jogo, na última rodada baixei dois trabalhos e deixei pra trás o Stein e o Felipe, porém o Lucas estava alguns pontos na minha frente. Mas com os pontos das cartas de prestígio (eu tinha duas e o Lucas uma) eu consegui passar o Lucas em um ponto. Final: Eu 53, Lucas 52, Stein e Felipe 45 pontos.


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Jogo no Stein

>> 12 de outubro de 2009

Sábado, rolou uma joga no apê do Stein. Começamos com o UR 1830 BC, que o Tola levou. Ele é um jogo bastante longo e complexo, um controle de área com colocação de tiles. Basicamente (bem basicamente) você coloca tiles em uma das regiões do mapa, pagando o preço de acordo com o terreno, o jogador que possuir a maioria de uma região pode controlá-la. Com o controle você de uma região você pode contratar trabalhadores e construir barragens e canais para irrigar os terrenos. Quando um terreno é irrigado e a água do rio chegar até ele (descem 6 ou 7 ou várias águas em cada rio, dependendo da rodada), o dono do terreno ganha dinheiro, e a região dona da barragem que mandou água para o terreno, também ganha. A partida termina após a 5ª era ou quando uma região ficar sem capital, ou quando não sobrar água para os povos do Sul. No nosso caso foi a terceira opção que determinou o final do jogo, após 4 horas de duração. No final quem conseguiu mais dinheiro é o vencedor. O Stein, no início, investiu mais em regiões próximas as nascentes e se deu melhor, eu fui muito mal, quando entendi melhor a mecânica do jogo, já era tarde pra me recuperar. Stein em primeiro, Tola em segundo e eu em último. É o tipo de jogo que se fizer burrada no começo, você está perdido. UR 1830 BC é um jogo da série 18xx, mas com uma temática diferente, um monster-game.



Para construir os canais, você rabisca o tabuleiro.



Início da partida


Depois jogamos o Sylla, um jogo muito legal com administração de cartas, construção de prédios, leilão e coleção de componentes. Eu já tinha jogado ele uma vez, e a primeira boa impressão foi confirmada nessa segunda partida. Nesse eu fiquei em primeiro seguido de perto pelo Tola e Stein.




Em seguida o Tola foi embora, então a Érica e sua cunhada juntaram-se a nós. Enquanto esperávamos a pizza deu tempo de jogar uma partida de Turn the Tide. Um jogo de cartas rápido e divertido. Os jogadores precisam resgatar ovelhas do mar, para isso eles contam com algumas bóias. Se sua ovelha é a que estiver correndo maior perigo no turno você tem que gastar uma bóia. No final de 12 turnos, uma rodada é completada, os jogadores ganham pontos pra cada bóia não utilizada na rodada. Ao final de 4 rodada (uma pra cada jogador) o jogo termina, quem tiver mais pontos vence. Em nossa partida o Stein ficou em primeiro.



Pobres ovelinhas


Depois jogamos Paris Paris, um jogo de construção de rotas. A cada rodada os jogadores colocam uma casa em dos pontos disponíveis da cidade de Paris. Quando fazem isso um tile do local é colocado de lado, o tile que sobrar é colocado em uma tabela, quando dois tiles de mesma cor estiverem nessa tabela, o ônibus irá percorrer a rota dessa mesma cor. Os jogadores que tiverem casa no percurso do ônibus ganham pontos. Após certo número de rodadas eu consegui mais pontos e venci a partida. Paris Paris é um jogo bem família, super simples e gostoso de jogar.





Depois foi a vez do Um Reifenbreite, um jogo que estava louco pra conhecer, principalmente por causa do tema, corrida de bicicletas. No jogo você controla uma equipe de quatro ciclista e utilizando-se de dados e/ou cartas (com valores 5 ou 6) avança com eles, separadamente, pela pista escolhida. Toda vez que um jogador tirar sete nos dados uma carta da pilha de "sorte/revés" é retirada, o ciclista da vez então sofre as consequências que podem ser, murchar um pneu, sofrer uma queda, ganhar velocidade, etc. Na sua vez você pode, ao invés de rolar os dados ou usar as cartas, pegar carona em um carro, porém quando faz isso você é fotografado roubando, se for descoberto no final da corrida esse ciclista é desclassificado. É importante ir bem com toda a equipe, pois todas as colocações ganham pontos, no final a equipe com mais pontos é a vencedora. O jogo é muito legal, bem humorado, a arte lembra a da revista MAD, é bastante aleatório devido aos dados. O Stein teve bastante sorte nos dados, toda vez com o mesmo ciclista, isso fez com que um único de sua equipe disparasse muito na dianteira e vencesse com boa folga. Como os outros não foram tão mals, exceção de um que ficou em penúltimo, na somatória geral ele venceu a partida.


Ciclista engraçados



Alguém fotografou você roubando



Visão geral da partida

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Euroliga

>> 8 de outubro de 2009

Comecei jogando uma loooooonga partida de Through the Ages, junto com o Felipe e o Paulo Santoro. Eu investi bastante nas minas e muito pouco nas fazendas, fiquei com o exército mais forte quase que o jogo todo, mas estava fazendo poucos pontos de cultura por rodada, muito pelo contrário, o Felipe fazia bastante e disparou na pontuação até a metade do jogo, o Paulo, como era só sua segunda partida desse jogo, estava um pouco perdido. Na segunda metade do jogo eu já estava com duas maravilhas e um templo que juntos aumentaram muito minha pontuação por rodada, logo eu alcancei o Felipe e fomos alternando a liderança até o final. Após a pontuação dos objetivo eu fiquei em primeiro com 2 ou 3 pontos a mais que o Felipe, o Paulo ficou mais distante em terceiro.



Em seguida joguei Dominion com o Omar e o Felipe. O Omar venceu graças aos trocentos Gardens que ele pegou, eu fiquei em segundo empatado com o Felipe.

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Jogo a dois em Araçoiaba

>> 5 de outubro de 2009

Final de semana viajei com a Di pra Araçoiaba da Serra, como ficamos em um hotel fazenda, a noite não tinha muito o que fazer, já prevendo isso levei dois joguinhos pra passar o tempo.

O primeiro foi o Medici vs Strozzi, um jogo pra duas pessoas, de autoria de Reiner Knizia. Um jogador é o Medici e o outro é o Strozzi, o objetivo do jogo é ter mais dinheiro no final da partida. Na sua vez, você retira de um a três tiles de mercadoria do saco, e lhe atribui um valor ao conjunto, se o outro jogador quiser, ele paga, senão você tem que pagar. Quem "ganhar" os tiles coloca-os em um dos seus três barcos disponíveis, feito isso, o barco deve ir para um dos três portos. Todo esse fluxo é repetido até que todos os três portos estejam com os dois lados ocupados, ou seja, os seis barcos (3 de cada jogador) estejam atracados em um cais de porto.

Cada produto tem valores que variam de 0 a 4, na rodada de pontuação os jogadores ganham dinheiro em cada um dos três portos. Em cada porto ganha o jogador que tiver o navio mais valioso, ou seja, com a maior soma de todos os produtos do navio. Além disso, eles ganham dinheiro também pelo monopólio. Os portos têm preferência por determinados produtos, se o navio atracado nele tiver tais produtos o jogador recebe umas moedas a mais.

Eu achei bem legal o jogo, mas eu levei uma surra da Di, ela terminou a partida com mais de 300 em moeda, enquanto eu, um pouco mais de 150.


Depois jogamos uma partida do clássico Lost Cities, e essa eu levei a melhor.



E foi isso, dobradinha de Knizia em Araçoiaba da Serra.

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Euroliga

>> 1 de outubro de 2009

Comecei jogando Saint Petersburgo com o Marcos, Zepo e o Paulo Santoro. O pessoal estava fazendo muitos pontos na faze azul, o que me deixou bem pra trás durante todo o jogo, porém quem muito gasta com as caríssimas construções, pouco tem pra gastar com os aristocratas. E foi o que aconteceu, consegui juntar nove deles, enquanto meus adversários, no máximo, cinco, o resultado disso é que no final do jogo ultrapassei todos e venci a partida. Foi um bom jogo, cheguei a pensar que não ia conseguir reverter o placar, uma vez que o Zepo estava com as duas cartas de comprar pontos e liderava a partida, até a contagem final dos aristocratas.



Conheci o tão esperado Endeavor. Jogamos em cinco, eu, Camila, Mauricio, Thomas e Pedro. O tabuleiro é dividido em sete regiões, cada região contém locais que podem ser colonizados. O jogo dura sete rodadas, no começo somente uma região está disponível para ser colonizada, as demais precisam primeiro serem descobertas. Um turno é dividido em quatro fases:

- Construção de edifícios (você pode construir só um por rodada)
- Obter trabalhadores;
- Retirar trabalhadores dos edifícios;
- Ativar os edifícios.



Cada jogador recebe um tabuleiro individual para controle de "estoque" , a medida que o jogador coloniza ou descobre novas terras os medidores individuais vão aumentando.

Na fase de ativar os edifícios é que são executadas as ações, que podem ser: colonizar, descobrir nova terra, comprar uma carta, e atacar outras colônias. Para ativar um edifício coloca-se um trabalhador nele e então executa-se a ação dele, o detalhe é que o desgramado do operário não sai do edifício, impedindo que você consiga ativá-lo de novo. Ele só vai sair na próxima rodada.
No final do jogo, os jogadores ganham pontos pelas colônias, algumas cartas, alguns edifícios e pela posição dos marcadores de estoque.



No começo, a partida parecia que ia ser complicado, mas já na segunda rodada ficou mais fácil e o jogo fluiu muito bem. Utilizando-se do científico método do olhômetro eu achei que a Camila estava na frente, disputando com o Thomas, mas me enganei, no final o Mauricio ficou em primeiro com 52 pontos, eu e o Thomas empatamos com 48 pontos, o Pedro ficou com 44 (acho) e a Camila com 41.

O jogo é muito bom, não é light mas também não é pesado, a partida durou uma hora e meia e dá pra ser mais rápida ainda. Nota 8.



Pra terminar a noite o Paulo Santoro me apresentou o Ra, um, mais um, jogo de leilão do Knizia. O objetivo dos jogadores é colecionar tiles de diversos tipos (existem vários diferentes) para marcar pontos ao final de cada uma das três eras da partida. Para isso eles vão retirando tiles, um a um, do saco e colocando-os no tabuleiro, quando sair um tile do Ra, todos os tiles no tabuleiro são leiloados, quem der o maior lance leva o lote inteiro e outra rodada se inicia como a anterior. Um jogador pode, na sua vez, ao invés de tirar um tile do saco, chamar Ra e forçar um leilão. Quando cada jogador vencer 3 leilões ou quando o contador de Rá chegar ao fim, a era termina e os pontos são contados, alguns tiles permanecem com os jogadores até o final da partida, outros são descartados no final da era.

Eu gostei do jogo, apesar de achá-lo um pouco aleatório demais, com menos jogadores talvez seja melhor (jogamos em quatro). O Paulo levou a melhor e venceu a partida. Nota 7.


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Pra não dizer que não joguei nada no Domingo...

>> 30 de setembro de 2009

... joguei com os meus sobrinhos:

  • Pague pra Ver;
  • Risco Total;
  • Riquezas do Sultão.

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Aniversário do Magoo

>> 28 de setembro de 2009

Sábado foi aniversário do Magoo, e ele organizou uma jogatina no salão de festas pra comemorar. Cheguei as 15:00 e o pessoal ia começar a jogar Pitch Car, mas eu resolvi passar e esperar.


Comecei conhecendo o Louis XIV, um bom jogo de controle de área. O objetivo do jogo é conseguir a maioria pra cada tipo de escudo. O tabuleiro é dividido em doze áreas, com a utilização de cartas os jogadores colocam cubos nessa áreas, ao fim da rodada, a maioria de cada área é resolvida separadamente. As áreas dão moedas, escudos, cartas e tokens para completar as missões, o jogador que tiver a maioria na área pega o benefício de graça, os demais podem comprá-lo. Cada jogador recebe, no começo do jogo, duas cartas de missões, e cada vez que completa uma ele recebe outra, ficando sempre com duas na mão. As missões dão benefícios permanentes em todas as rodadas e são completadas com a combinação de determinados tokens. A partida foi bem disputada, o Will foi o vencedor. Eu gostei do jogo, possui regras simples, é rapido, dura somente 4 rodadas, e tem um pouuinho de caos.





Em seguida, conheci mais um jogo, só que agora o mais caótico que eu já joguei, Janus. Um jogo de cartas em que você tenta juntar três cartas iguais para poder baixá-las na mesa, pra cada trio você ganha um ponto no final do jogo. No seu turno você compra duas cartas, você pode pegar do monte ou de mão de qualquer outro jogador. Até aí nada demais, o detalhe é que, as cartas tem valores dos dois lados, isso mesmo, na frente e no verso, os valores dos lados são diferentes. Ou seja você vê as costas das cartas dos outros jogadores mas as suas você só pode ver a frente. Um caos total, quando você está prestes a conseguir formar um trio vem alguém e pega uma carta sua, isso gera umas boas risadas. Jogamos em cinco, eu consegui baixar dois trios, o Magoo e mais alguém baixou três trios cada e ganharam a partida.





Mais uma novidade pra mim, a versão em cartas do genial Caylus. A mecânica é basicamente a mesma do jogo de tabuleiro, as construções são representadas nas cartas, para baixar uma você precisa dos produtos específicos da construção, os produtos você consegue alocando os trabalhadores em construções. Cada jogador começa com três cartas, no seu turno ele pode gastar uma moeda para alocar um trabalhador, comprar uma carta, ou passar. Após a fase de alocação, pode-se pagar para movimentar o preboste, o preboste é o cara que indica até qual construção será ativada. Depois vem a fase de ativar as contruções da mesa, nesse momento os trabalhadores recebem os benefícios. E pra finalizar a rodada os jogadores podem ajudar a construir o castelo, doando três recursos diferentes para isso, e recebendo pontos de vitória em troca. Caylus Magna Carta é um bom jogo, é uma versão muito aquém da do tabuleiro, não sei se foi porque jogamos somente em dois (eu e o Magoo), mas não conseguimos construir muito, e isso travou bastante o jogo, levando a uma corrida para a construção do castelo. A Partida foi bem rápida e o Magoo venceu com uma diferença muito pequena.




Em seguida, eu finalmente consegui conhecer o The Name of the Rose, um ótimo jogo de dedução e blefe. Aconteceu um crime na cidade e os monges são os principais suspeitos, o monge com menos pontos de suspeito no final do jogo é o vencedor da partida. Cada jogador recebe, secretamente, uma carta identificando um monge, essa carta só você vê e ela só é revelada aos demais no final do jogo. Utilizando-se de cartas de ação você avança as horas passadas do dia e também movimenta qualquer monge para qualquer lugar, dependendo da carta. Quando você movimenta um monge pra um local ele pode ganhar receber ou perder pontos na trilha de acusação. Ao final do dia (24 horas) os monges ganham pontos de suspeito de acordo com a colocação na trilha de acusação. O jogo dura 6 rodadas (6 dias), entre elas existem três fases de revelação, aonde cada jogador, em cada uma delas, revela qual monge ele não é. No final do sexto dia, cada jogador dá um palpite sobre a identidade de cada outro jogador, pra cada acerto o monge acusado ganha mais pontos de suspeito. Eu gostei bastante do jogo, já entrou na minha wishlist. Depois da pontuação final o Marcos comemorava sua vitória quando eu lembrei que tínhamos esquecido de pontuar as penalidades, assim após nova pontuação o Rodrigo saiu como vencedor.


Em seguida aceitei a proposta do Marcelo de jogar Formula D em uma pista caseira (autódromo de Santo André) com a previsão de três voltas totalizando 40 minutos de partida. Longe dessa previsão a partida durou quase duas horas longas e cansativas. Continuo achando esse jogo muito aleatório, a pista que o Marcelo fez ficou legal, mas como só tinha duas faixas ficou muito fácil bloquear os carros que vinham atrás. Valeu a pena pelas belas miniaturas pintadas conforme uma temporada de F-1 que eu esqueci qual é.



Depois joguei outro jogo que estava com muita vontade de conhecer, o Diamonds Club, um verdadeiro euro, relativamente simples, rápido e bem estratégico. Jogo muito bom.

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